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30 Coisas Que Mudaram Com A Maternidade

Por Mães Que Agem

30 coisas que mudaram com a maternidade:

  1. O comprimento das unhas
  2. A quantidade de horas de sono
  3. A qualidade das horas de sono
  4. A decoração da sala
  5. O tempo livre
  6. Os restaurantes frequentados
  7. Os programas de lazer
  8. Os destinos de viagem
  9. As prioridades
  10. Os palavrões
  11. Alguns amigos
  12. O casamento
  13. A sobremesa
  14. Os programas de TV
  15. O conceito de felicidade
  16. Algumas vontades
  17. As roupas
  18. A altura do salto
  19. O tamanho da bolsa
  20. Os gasto$
  21. O corpo
  22. A mente
  23. As preocupações
  24. Os erros (ou a percepção deles)
  25. A sensibilidade (choro por qualquer coisa)
  26. A lista de compras
  27. A relação com a morte (e se acontecer alguma coisa comigo?)
  28. A significado de ‘paciência’
  29. A pontualidade
  30. A lista de leitura
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Filho Único – O Novo Pecado Capital

Por Carol

Eu não sou filha única. Tenho duas amadas irmãs que me divertem, me apoiam e me amam, com 4 e 6 anos de diferença de mim.

Eu tenho um filho único. Um único bebê, lindo, de 1 ano e 3 meses, que não tem a menor previsão de ganhar um irmão. E aí é que entra o problema. Parece que ter um único filho se tornou um pecado! Assim que o primeiro filho nasce, uma enxurrada de perguntas sobre quando vem o próximo começa a te atacar. No começo, com o bebê pequeno, você ainda pode dizer que não sabe se quer ter outro filho ou não, mas ao longo do tempo parece que isso não cola mais e você “precisa” tomar uma decisão e publicar: Não, eu não quero ter outro filho agora. E talvez eu não queira ter outro filho depois também. Posso?

Gente, isso não é um pecado! Vocês não precisam me olhar como pecadora quando digo que quero ter um filho único! Quero poder aproveitar meu filho único. Quero poder doar o meu tempo fora do trabalho pro meu filho único. Quero poder aproveitar meu casamento com meu filho único. Quero poder ter mais qualidade de vida com meu filho único. Quero dar o melhor que eu posso oferecer pro meu filho único!

 Há quem prefira ter uma família grande, vários filhos brincando juntos, um filho alisando a barriga de grávida da mãe, um carro de 7 lugares pra levar a família toda, realizar o sonho de ter um casalzinho e tudo mais, e eu não tenho dúvida de que numa vida assim a felicidade também seja imensa! Mas, no momento, eu, meu marido e meu filho único temos uma vida muito, muito feliz.

E nessa família aí, quantos filhos cabem?

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As Pequenas Grandes Conquistas

Por Carol

Passar de ano com nota máxima na escola. Formatura do primeiro grau. Formatura do segundo grau. Passar no vestibular, se formar na faculdade. Grandes conquistas que, se Deus quiser, eu ainda vou comemorar com meu filho.

Mas, por enquanto, as conquistas são outras. E eu não sei quanto a vocês, mas eu comemoro cada uma delas, como foto, vídeo e data!

O primeiro sorriso. O primeiro balbuciado. A primeira vez que ele falou mamã parecendo realmente intencionado. Rolar, engatinha, ficar em pé, soltar as mãos do apoio, andar! Mandar beijo, dar tchau, bater palmas, dançar ao som de qualquer música, abrir a boca quando ouve “vamos escovar os dentes” e levantar os pézinhos quando eu peço “dá o pé pra mamãe beijar, dá”. Levantar os bracinhos pra ser pego no colo, mostrar em que colo quer ficar, ter preferências por algumas brincadeiras, se divertir no banho ou na piscina e amar uma cabaninha.

Pequenas coisas, conquistas enormes, felicidade de mãe sem tamanho. Um pequeno passo para a humanidade, um grande passo para um homem.

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Babá x Creche – O Dilema

Por Carol

A mãe que trabalha fora que nunca passou por esse dilema que atire a primeira pedra. Gente, sério, quando a pessoa pensa em ficar grávida, deviam imediatamente enviar um manual pra ela, junto com um termo de ciência, explicando que ser mãe não é só cuidar de um bebezinho tchuqui tchuqui mil amores. Tem tanto pepino pra resolver que não dá nem pra contar!!!

Quando eu estava grávida já comecei a ver creches pra colocar o João quando minha licença maternidade terminasse. Eu não conhecia nenhuma babá de confiança, então era muito claro pra mim que ele iria pra uma creche. Muitas visitas depois, o coração apertou. Colocar meu bebezinho de 5 meses num lugar tão diferente estava me torturando. Aí surgiu uma luz no fim do túnel, e consegui uma babá quase perfeita: de confiança e conhecida (era minha diarista há um ano já, e conhecida já há muito tempo), com experiência (já havia sido babá por muitos anos), calma, tranquila, carinhosa… tudo de bom!

Voltei pro trabalho tranquila, feliz com minha escolha. E assim ficamos por 5 meses.. 5 lindos meses de paz e calma.. até o dia que ela pediu demissão. Hahahah! Gente, meu mundo caiu. Ela mora muito longe (em St. Antônio do Descoberto, e eu em Águas Claras), estuda à noite, tem um filho pequeno e fica na minha casa das 7h às 18h. Tava puxado demais pra ela, eu entendo, mas fiquei muito triste.

Passado o trauma, tratei de procurar uma nova babá. Anunciei no jornal e tudo mais (TRAUMA, não façam isso em casa), e acabei encontrando uma no meu prédio, que trabalhava com uma família há quase 3 anos. Salário maior, vontade de mudar, criança que já tava indo pra escola, topou na hora, e os antigos patrões não se opuseram. A nova babá começou na segunda feira, e a antiga ainda fica junto com ela 2 semanas pra ensinar tudo. Vamos ver se vai dar certo..

Mas essa historinha toda foi pra chegar num ponto: o que é melhor, uma babá em casa ou um bebê na creche? Ai gente, tantos prós e contras, tanto detalhes, tanto tudo.. Vou dar a minha opinião: o melhor é o que é mais prático e confortável pra você, e o que que VOCÊ acha que é melhor pro seu bebê.

Na creche tem estímulos, brincadeira, desenvolvimento psicomotor, interação com outras crianças, conversa, preparo.. mas tem muito mais doencinhas (e aí o bebê precisa ficar em casa e você precisa ter um plano B), bagunça, barulho, sobrecarga (quando o bebê fica em período integral), férias escolares (que quase nunca coincidem com as férias da mãe ou do pai). Além disso, na maioria das vezes você precisa pagar a creche e uma diarista, pelo menos, pra manter a casa organizada.

Já em casa com a babá tem tranquilidade, rotina, limpeza e segurança pra saúde do bebê, que raramente adoece, férias quando você tirar férias, comida feita do seu jeito e casa, geralmente, arrumada. Por outro lado, não tem estímulo (as babás quase nunca têm esse preparo), tem muita TV, não tem aquele contato com outras crianças e se a babá faltar você vai precisar de um plano B também.

Eu escolhi a babá. Eu prefiro ter o João em casa nesse começo de vida, na ótima rotina dele, tirando os cochilinhos que ele (e eu!!) tanto gosta, sem pegar uma gripe por semana. Se tudo der certo, entre 1 ano e meio e dois ele vai pra creche por meio período, e o outro fica em casa com a babá. Mas a nova babá já chegou pra me mostrar que as coisas não são tão fáceis assim, e que ela não se parece em quase nada com a babá anterior: fala mais que os cotovelos, é cheia de amizade com as outras babás do prédio (e cheia de tititi também) e já chegou ligando minha Nespresso e tomando um cafezinho (sim, acreditem). Pelo menos parece ser cuidadosa e carinhosa, e a criança que ela cuidava adora ela. Então vamos ter fé que vai dar certo!

E vocês, já passaram por esse dilema? Optaram pela babá ou pela creche? Estão satisfeitas? Contem suas histórias pra gente ver que não estamos sozinhas nesse mundo de dificuldades maternas!!

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Do que os bebês gostam

Por Carol

Responda rápido: qual o brinquedo favorito do seu bebê? Uma bola? Uma boneca? Um bichinho de pelúcia? Um colorido didático caríssimo? Ou será que o brinquedo favorito dele é um controle remoto, um chinelo largado no chão, ou o cabo do carregador do celular, ou o próprio celular? Acho mais provável, viu..

Tenho tentado entender a razão dessa atração tão forte entre bebês e coisas que não foram feitas para bebês! Não tem base, podem ter mil brinquedos coloridos e chamativos ao redor, mas o que o bebê quer mesmo é roer o cabo do carregador que, diga-se de passagem, está ligado na tomada. Ou usar o controle remoto, qualquer um deles, como mordedor ou baqueta de bateria. Ou quem sabe a diversão do momento seja, simplesmente, deletar aleatoriamente e-mails do celular da mamãe (não me perguntem como, mas João já fez isso. Detalhe, o celular não estava com o email aberto.). E quando aquele chinelo imundo vai ser usado como mordedor? Ai…

Querem ver outra coisa que o João AMA colocar na boca? Minhas pulseiras e meu pingente do colarzinho! Gente, sério, como é que um bebê de 6 meses acha um pingente de um centímetro e meio, fino que nem um papel, pendurado no pescoço da mãe, e tem a idéia de ficar mordendo aquilo? Só rindo mesmo.

Então, fica a dica pras mamães de plantão: pensando em gastar seu precioso dinheirinho com um novo brinquedinho lindo e educativo!? Esquece, dona. Pega um controle remoto sem uso lá da sua casa e dá pro baby! A diversão é garantida!

E aí na casa de vocês, qual é o “brinquedo” preferido?

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Feliz Dia das Mães

Por Mães que Agem

dia das maes

Feliz dia das mães pra você que está grávida de 9 meses.

Feliz dia das mães pra você que está grávida de 4 semanas.

Feliz dia das mães pra você que já é avó!

Pra você que tem um bebê recém nascido, que tá descabelada, com olheiras, sentindo as dores do pós parto ainda, desejando mais do que tudo na vida dormir mais de 2 horas. Curta o dia das mães descabelada e com sono mesmo. Você vai sentir saudades desses dias ainda!

Pra você que tem um bebê de 6 meses, e tá impressionada com a rapidez com que ele está crescendo.. aproveite muito esse dia das mães único!

Pra você que tem um bebê de 1 ano, e lembra como se fosse ontem do dia em que ele nasceu.

Pra você que tem 1 bebê em qualquer idade, de 0 meses a 100 anos, e pra você seu filho ainda é o seu bebê.

Pra você que teve 2, 3, 4, vários bebês ao mesmo tempo, parabéns, você é uma verdadeira mãe que age.

Pra você que tentou ser mãe 1, duas, três, várias vezes, e ainda não conseguiu. Você vai conseguir. E pra você que tentou várias vezes e já conseguiu, um muito feliz dia das mães.

Pra você que engravidou sem querer, passou por maus bocados, bagunçou todos os seus planos.. Feliz dia das mães, pois eu aposto que hoje você está feliz.

Pra você que tem um casal, uma dupla, um filho único, um time de vôlei ou um de futebol.

Pra você que é mãe solteira, ou pra você que é “Pãe”, muita força e um feliz dia das m(p)ães.

Pra você que é mãe coruja, mãe leoa, mãe coragem ou mãe medrosa.

Pra você que é mãe moderna, arcaica, brava, boazinha, prendada ou descoordenada.

Pra você cuja casa está de pernas pro ar, que tem brinquedo do filho até dentro da gaveta de calcinha, feliz dia das mães. Ou pra você cuja casa está brilhando, impecável, nossa inveja e um feliz dia das mães.

Pra você que trabalha fora meio período, um período todo, um dia que parecem ser dois. Ou pra você que trabalha em casa, cuidando 24h dos filhotes.

Pra você que se sente culpada por brigar demais, ceder demais, trabalhar demais.

Pra você que leu todos os manuais, blogs, consultou médicos e no final descobriu que o seu jeito era o melhor.

Pra você que engordou e não consegue emagrecer, que cortou as unhas e sente saudades das unhas compridas, que vê os cabelos caindo pelo chão da casa, que não lembra mais como passar um delineador, que vê todos os dias uma sapateira cheia de saltos altos com teias de aranha, feliz dia das mães. E tenha calma, tudo vai voltar ao normal um dia.

Pra você que depois que virou mãe passou a amar ainda mais a sua mãe! E pra você que sente saudades da sua mãe todos os dias.

Pra você que chora por nada, ou sabe que a felicidade de ver seus filhos brincando é tudo, e chora por isso também.

Nós poderíamos escrever centenas de linhas desejando um feliz dia das mães pra todos os milhares de tipos de mães que existem por aí. Mas a mensagem é basicamente uma só: Feliz dia das Mães pra você que teve a sorte de descobrir o que é sentir o maior amor do mundo!

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Foi Assim…

Por Carol

2011, blog de maquiagem bombando, centenas de fotos de maquiagem e esmaltes no celular. Janeiro de 2012, viagem pra Europa, volto com quilos, toneladas de novos produtos, ansiosa por usá-los e colocar tudo no blog. Fevereiro de 2012, teste de gravidez positivo, enjôos 24h por dia, por 4 meses… Acabou-se a vontade de fazer qualquer coisa, principalmente se essa coisa exigisse tirar o pijama e sair de casa. Que dirá maquiar.. que dirá tirar foto pra postar no blog!! E foi assim, de fininho, que o blog ficou, e o João foi crescendo na barriga, e as prioridades foram mudando, e a ansiedade foi virando outra..

Outubro de 2012, João nasceu. Começou uma nova fase, uma nova vida. Se na gravidez não havia vontade de me arrumar, no pós parto simplesmente não havia tempo!! Fazer as unhas, impossível! Passar batom, base, blush? Como (e pra que?), se passava os dias beijando e cheirando um bebezinho de pele sensível? Deixei pra depois..

Março de 2013, fim da licença maternidade, volta ao trabalho. João com a babá em casa, e eu em frangalhos e com o coração partido podendo colocar de novo um salto alto, passar um blush, um rímel e um batom. E foi assim que, aos pouquinhos, eu voltei a ser eu de novo. Um eu muito diferente, ao meu ver melhorado, que ainda ama fazer as unhas (e fez um acordo com o marido pra ele chegar em casa mais cedo uma vez por semana pra poder ir ao salão fazer as unhas!), adora usar as maquiagens que pouco a pouco estão sendo abertas (as de 2012, lembra?), mas que ama mais ainda ficar em casa
descabelada com o bebê amor da sua vida!

E foi assim que o Mãesquiagem apareceu! Pra dar voz à essa nova fase, pra eu voltar a falar um pouquinho do mundo da maquiagem, mas agora dentro do mundo da maternidade!

Bem vind@s!